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All that I know is that I don't know how to be something you miss...

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Amei tanto você,
que por fim, esqueci de mim.
by Fraquejou   (via
motivando)

(Source: fraquejou, via alguuem-como-voce)

663 / REBLOGrapideyesmovement:

I AMsterdam
371 / REBLOG
Até que a morte nos separe é muito pouco pra mim. Preciso de você por mais de uma vida.
by Carpinejar (via
pacifiedd)

(Source: cuidavel, via pacifiedd)

Sexo é sexo. Amor é dormir de pés dados e acordar sem saber qual braço é de quem.
by Maré  (via
pacifiedd)

(Source: cuidavel, via pacifiedd)

Quase sempre nos acomodamos às situações e deixamos de seguir em frente; contamos com a mania de recuarmos diante um relacionamento que há muito não nos completa, adiamos planos que impliquem o abandono, nos acomodamos com a vida morna, porque ainda tememos o estado de ferveção dos sentimentos, temos medo do ‘vai-e-vem’ das coisas e de tudo que possa ameaçar a nossa comodidade, sem nos darmos conta de que podemos estar diante a um barril de pólvora. Na realidade, sempre arranjaremos desculpas para a nossa extrema indolência, para fugir da responsabilidade de assumir riscos, e esperamos que a explosão da nossa inatividade parta por acaso, como se, do mesmo modo, não fôssemos arcar com as consequências da nossa apatia. Somos resistentes às mudanças porque tememos os desafios e por não estarmos preparados pra enfrentar o desconhecido que somos pra nós mesmos.
by Fred Medeiros. (via
pacifiedd)

(Source: autorias, via pacifiedd)

350753 / REBLOG
14746 / REBLOGprettysuicidal:

TRIGGER WARNING - Enter With Caution
82176 / REBLOGhorribleteens:

x
988 / REBLOG
324 / REBLOG
É que eu gosto de dormir, gosto muito.

(Source: n-o-v-o-h-e-r-o-i, via incapacitando)

Quando eu morrer, diga à criança que virei estrela. Diga pra inocência que fui pro céu brincar com Deus, e que ela não saiba jamais que, até o último suspiro que me restou (naquela noite que virá), tive amigos imaginários, muito mais imaginados do que amigos. Enquanto ela chorar doce e profundamente, diga à criança que esse mundo não me cabia, e deixe-a guardar os brinquedos no baú para economizar espaço. Economia é a doença do século, e não a depressão. Quando ela perguntar por mim, diga à criança que fui viajar. Deixe-a que percorra com os olhos lacrimejantes todas as terras, permita que ela construa o paraíso na América Latina, no nordeste da África Negra, no tanque do petróleo, no aquário de carpas do Japão. Deixe que ela olhe para o espaço azul, sendo eu a nuvens mais gorda e com cheiro de chuva, mas não permita nunca que ela interrompa a viagem. Não deixe, em hipótese alguma, que papai noel não me traga de volta no próximo Natal. Enfie aquela carta no correio, endereçada ao Polo Norte, e os sonhos me trarão de volta. Mas não se esqueça de comer todos os biscoitos e beber todo o leite antes que ela acorde. Quando eu morrer, diga aos velhos que fui feliz. Engome aquelas testas enrugadas e fedidas de quem “carniceia” com os olhos e esqueceu de escovar os cílios prestes a enfartarem de tanta porcaria. Diga aos velhos que fui em paz, para que enterrem o caixão em silêncio, para que consolem os ombros em profunda gratidão, para que não escorra da boca o chorume, para que as unhas compridas do monstro, ao saírem da língua apodrecida, não perfurem os véus de viúva negra onde todo mundo esconde o tédio. Diga aos velhos que fui porque simplesmente tive que ir, e poupe as auto-ajudas e os conselhos melodramáticos. Faça-os senhores de si, donos do conhecimento mortuário do mundo inteiro, faça-os escreverem discursos e inaugurarem o pretinho básico, para que eu não fuja do padrão. Economize também o trabalho do coveiro. Não é fácil segurar o riso em situações solenes. Pelo menos eu nunca consegui me manter hipócrita num enterro desconhecido. Triste vergonha. Questão de falta de falta de falta de falta de falta de falta de educação. Morri tão jovem, merecia tanto respeito, tanta admiração… Ai de mim. Quando eu morrer, diga ao meu corpo raso que ele já foi dessa pra melhor. Deixe que eu durma, que eu tire folga e que eu me demita, que o meu câncer seja uma mancha no ultrassom e que meu suicídio literário (e tenho que dizer que é literário, caso contrário, eu seria Getúlio Vargas) tenha sido completamente em vão. Diga ao meu corpo que gastei minha bala à toa, mas em dois ou três meses, quem sabe eu estivesse vivo ainda. Não custa nada colocar uma gota de leite na boca de um bebê nigeriano. Diga ao meu corpo gélido, que não há cadáver mais vivo, e diga aos presentes tristes, que não houve vida mais morta, para que eu perca satisfeito o gosto de viver. Escreva na minha lápide que o jogo acabou. E eu venci. Vamos passar de fase e zerar a vida, porque ainda não sei abandonar o que comecei. E a destruição é um vício que eu ainda não consegui finalizar.
by Cinzentos.  (via
codinome-jupiter)

(Source: ascoresdocinza.blogspot.com.br, via codinome-jupiter)

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